No meio do mar
Perto do nada, ventava
Sem saber aonde estava
Ele acreditava que iria chegar.
Ao fazer uma descoberta
Vislumbrou a mudança acontecendo
Partes do seu corpo estavam derretendo
Entrou em pânico e pensou:
Essa é a hora certa!
Nervoso, pensou nas últimas coisas a fazer
Mas longe de tudo só lhe restava pensar:
Tantos lugares para morrer, Por que aquele lugar?
Porém uma luz forte lhe cegou e não mais sabia
O que ia acontecer.]
Foi quando ele reparou numa estrela grandiosa
E amarela.]
Viu toda Luz e sentiu todo calor que
Ela trazia consigo]
Adentrando o seu quarto fedido e interrompendo
Um episódio da sua vida, mal feito e onírico.
Nesse espaço escreverei poemas que interessem ao maior número de pessoas ou só a mim.
sábado, 4 de janeiro de 2014
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Reencontro
A flor que não é minha
Se exibe ao meu olhar
Linda, lisa, leve e negra
Traz consigo o cheiro do mar
A voz doce oculta outros amores?
Creio que não, mas ela me permite pensar:
Buscas algo diferente, complemento, uma ponte
Para o seu coração insular.
Não trago nada a ela
Porém ela não me quer abandonar
Tão próximos sem estarmos juntos
Por que não nos afastarmos
E só buscarmos aos outros amar?
Nos privando da nossa presença
E ocultando a nossa carência
Fomos incapazes de nos enganar.
Não sei definir o que é amor,
Se você sabe, diga, seja o que for!
Só me seja pertinente, mesmo trazendo
Uma explicação incoerente
Sobre esse sentimento transcendente,
Único, pois é despercebido pelo mundo,
Que desconhece distâncias
E acaba ligando a gente
Unidos num só corpo
Onde batem dois corações
Ecoando como se fossem um só
Soam duas vidas encontradas, dadas um nó.
Se exibe ao meu olhar
Linda, lisa, leve e negra
Traz consigo o cheiro do mar
A voz doce oculta outros amores?
Creio que não, mas ela me permite pensar:
Buscas algo diferente, complemento, uma ponte
Para o seu coração insular.
Não trago nada a ela
Porém ela não me quer abandonar
Tão próximos sem estarmos juntos
Por que não nos afastarmos
E só buscarmos aos outros amar?
Nos privando da nossa presença
E ocultando a nossa carência
Fomos incapazes de nos enganar.
Não sei definir o que é amor,
Se você sabe, diga, seja o que for!
Só me seja pertinente, mesmo trazendo
Uma explicação incoerente
Sobre esse sentimento transcendente,
Único, pois é despercebido pelo mundo,
Que desconhece distâncias
E acaba ligando a gente
Unidos num só corpo
Onde batem dois corações
Ecoando como se fossem um só
Soam duas vidas encontradas, dadas um nó.
Marcadores:
bahia,
Brasil,
literatura,
Poemas,
Poesia,
Simões Filho
domingo, 22 de setembro de 2013
Realidade Aumentada
Na busca pelo que achamos ser a melhora da vida
Despedaçamos vidas alheias, restando somente
A nossa individualidade e essa nos faz buscar no outro
Também outro destruidor, o amor e a igualdade.
Formando num conjunto falso a exemplar realidade,
Mesmo não se tendo um conceito definitivo do real
Seria a vida resumida numa existência presumida
De constante igualdade, ou por si naturalmente desigual?
Ir ao encontro dessa resposta requer uma jornada complexa
Na qual não tenho competência para embarcar
Porém, meias verdades são suficientes para provarem
Os fatos nos quais as mentiras são dogmas insurgentes
Mas sem a definição da realidade, como afirmar o que é falsidade?
Ações desinteressantes para os indivíduos relatores dos fatos
Ou o julgamento raso, feito por alguém sem conhecimento de caso?
Talvez isso não tenha importância, pois
Enquanto perdidos em devaneios
Acumularemos erros e estes resultarão
Numa vida mal vivida, ou vivida pelo meio,
Sem uma Felicidade, falsa ou real.
Despedaçamos vidas alheias, restando somente
A nossa individualidade e essa nos faz buscar no outro
Também outro destruidor, o amor e a igualdade.
Formando num conjunto falso a exemplar realidade,
Mesmo não se tendo um conceito definitivo do real
Seria a vida resumida numa existência presumida
De constante igualdade, ou por si naturalmente desigual?
Ir ao encontro dessa resposta requer uma jornada complexa
Na qual não tenho competência para embarcar
Porém, meias verdades são suficientes para provarem
Os fatos nos quais as mentiras são dogmas insurgentes
Mas sem a definição da realidade, como afirmar o que é falsidade?
Ações desinteressantes para os indivíduos relatores dos fatos
Ou o julgamento raso, feito por alguém sem conhecimento de caso?
Talvez isso não tenha importância, pois
Enquanto perdidos em devaneios
Acumularemos erros e estes resultarão
Numa vida mal vivida, ou vivida pelo meio,
Sem uma Felicidade, falsa ou real.
Assinar:
Postagens (Atom)